O Cultivando Água Boa, fundamentado em documentos nacionais e planetários, visa a estabelecer critérios e condições para orientar as ações socioambientais relacionadas com a conservação dos recursos naturais e centradas na qualidade e quantidade das águas e na qualidade de vida das pessoas.
A denominação Cultivando Água Boa, com o verbo no modo gerúndio para denotar continuidade, processo e realça a necessidade de que, assim como se cultiva o solo para que dê bons frutos, a água também precisa de “cultivo”, ou cuidado, para se manter abundante e com qualidade hoje e sempre.
Trata-se de um movimento de participação permanente, em que a Itaipu, além de mitigar e corrigir passivos ambientais, trabalha com a sociedade para mudar os seus valores.
O que mudar
Modos de ser/sentir – objetiva, através de um amplo processo de sensibilização, informação e capacitação forma e informal, a mudança de conceitos e valores, sentimentos e crenças, pautados na ética do cuidado.
Modos de viver – busca alterar a relação do ser humano com o seu meio, com a natureza, com os recursos naturais, no seu manejo sustentável para o atendimento das necessidades humanas, tendo como essência a água.
Modos de produzir – procura estabelecer a cultura e fornecer a tecnologia necessária para processos de produção sustentáveis e saudáveis.
Modos de consumir- incentiva a mudança nos hábitos de consumo da população, tanto nos aspectos quantitativos e qualitativos, alinhados ao conceito de sustentabilidade.
Onde agir
O programa definiu como território de atuação a unidade de planejamento da natureza, a Bacia Hidrográfica. Decorrente deste conceito, a área de influência de atuação direta da Itaipu deslocou-se de 16 municípios conhecidos como lindeiros e que tiveram áreas inundadas pelo reservatório da usina, na margem brasileira, para os 29 municípios da Bacia Hidrográfica do Paraná 3 (BP3).



















