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Centro Internacional de Hidroinformática
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A Itaipu e a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) preparam a instalação em Foz do Iguaçu do Centro Internacional de Hidroinformática.

A criação do Centro, que vai funcionar no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), é uma proposta da Unesco, que desenvolve o Programa Hidrológico Internacional (PHI), um esforço conjunto de muitos países para melhorar a informação disponível sobre recursos hídricos, tanto na superfície do planeta como no subsolo.

O objetivo da Unesco é aumentar o conhecimento sobre o ciclo hidrológico mundial e desenvolver e gerenciar melhor tais recursos. O PHI promove o desenvolvimento de bases científicas e tecnológicas para a geração de metodologias que propiciem uma administração coerente do recurso água.

Por iniciativa da Itaipu, a Unesco acompanha desde 2003 a bacia hidrográfica do Rio São Francisco Verdadeiro, um dos mais importantes formadores do reservatório da usina.

Ao avaliar a metodologia de gestão que a Itaipu aplica nesta bacia hidrográfica dentro do programa Cultivando Água Boa e convencida da eficiência da iniciativa no que se refere aos cuidados necessários com a água e à sustentabilidade ambiental das atividades existentes na região, a Unesco decidiu oferecê-lo como referência para outras 70 bacias hidrográficas observadas pelo PHI nos cinco continentes.

A hidroinformática é uma nova dimensão das ciências das águas, impulsionada pelo avanço da tecnologia de informação para a modelagem e gestão das águas.

O domínio acumulado pela Itaipu neste tema resultou no desenvolvimento da ferramenta digital Sig@ livre, com a qual a empresa realiza o geoprocessamento em software livre das águas de seu interesse.

A existência do Centro Internacional de Hidroinformática representa uma nova perspectiva na gestão das águas mundiais, para benefício de todos os países signatários da Unesco, especialmente os mais carentes de acesso a tecnologias, como os da África, Ásia e América Latina.

O Centro Internacional de Hidroinformática vai envolver instituições e órgãos governamentais brasileiros e paraguaios. Os primeiro contatos internacionais já estão sendo realizados com gestores e universidades da América Latina e Caribe.

"A hidroinformática é uma nova dimensão das ciências das águas"
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