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Plantas Medicinais
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O programa Plantas Medicinais da Itaipu tem como objetivo incentivar o uso sustentável de plantas medicinais e fitoterápicos nos cuidados com a saúde, de forma a preservar a biodiversidade e fomentar o desenvolvimento da cadeia produtiva local. A iniciativa está alinhada à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, bem como ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável de número 3 (Saúde e Bem-estar).
 
As ações são voltadas à estruturação de um arranjo produtivo e estão organizadas em três eixos: Cadeia Produtiva; Saúde e Comunidades; Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação. 
 
No Eixo Cadeia Produtiva é estabelecida uma relação de parceria com aqueles que fazem parte da cadeia: produtores de plantas medicinais, indústria de insumos farmacêuticos e laboratórios de produção de fitoterápicos. Uma das atividades é facilitar o relacionamento desse setor com os serviços de saúde, pois ele estimula a demanda dos produtos e isso favorece ao desenvolvimento de um arranjo produtivo local.
 
No Eixo Saúde e Comunidades são realizadas atividades relacionadas ao resgate e à valorização do saber popular, e também as voltadas à inserção das plantas medicinais e fitoterápicos nos serviços do Sistema Único de Saúde, uma vez que um dos princípios orientadores do programa é a ampliação das opções terapêuticas e a melhoria da atenção à saúde aos usuários do SUS. Todo o trabalho se dá de forma articulada, envolvendo os atores regionais. De 2012 até hoje, seis municípios na região conseguiram captar recursos do Ministério da Saúde para executar projetos com fitoterapia: Foz do Iguaçu, Pato Bragado, Toledo, Vera Cruz do Oeste, São Pedro do Iguaçu e Mundo Novo.
 
No Eixo Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação, o programa estabelece parcerias com as universidades da região, que desenvolvem projetos de extensão para a comunidade, inserem a temática de plantas medicinais e fitoterapia em suas grades curriculares, desenvolvem pesquisas e também atuam na inovação, prospectando novas plantas e aplicações. Nesse eixo, vale ressaltar a importância do mapeamento ativo de pessoas e instituições que desenvolvem (ou desejam desenvolver) projetos em conjunto. 
 
O Programa possui um Comitê Gestor de Plantas Medicinais que se reúne a cada 60 dias, com representantes de cada eixo. É nesse fórum que são discutidas e deliberadas as atividades norteadoras do programa na região. 
 
Em cada margem, a Itaipu mantém hortos de plantas medicinais. No Brasil, está localizado no Refúgio Biológico Bela Vista, que é um espaço de conservação e manutenção de germoplasma, com cerca de 130 espécies, e que apoia os setores produtivo, educacional e de pesquisa com as mudas produzidas (cerca de 35 mil por ano).
 
Parte da coleção de plantas pode ser acessada através do link: www.splink.org.br. Basta digitar no formulário de busca, no campo localidade: Ervanário de plantas medicinais. Espécimes coletados no horto também são depositados no Herbário Evaldo Buttura da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). 
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