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Convênios
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O dispositivo de segurança empresarial da Itaipu funciona integrado com as autoridades da região. Convênios assinados com a Polícia Federal, a Polícia Florestal do Paraná, a Guarda Municipal e o Departamento de Operações da Fronteira (DOF) do Mato Grosso do Sul possibilitam estender a segurança sobre o reservatório, a faixa de proteção do lago e os refúgios biológicos.

A Polícia Florestal paranaense faz o patrulhamento dos 1,4 mil km da faixa de proteção (mata ciliar de 200 metros de largura que circunda o lago e que tem como principal função prevenir o assoreamento do reservatório).

Já o convênio com o Departamento de Operações de Fronteira (DOF), órgão que reúne policiais civis, militares e federais, é específico para tratar do Refúgio Maracaju, que é um parque binacional localizado próximo da região de Guaíra, de modo a combater o contrabando e o tráfico.

No convênio com a Polícia Federal, a Itaipu construiu uma sede para o Núcleo Especial de Polícia Marítima junto ao reservatório, para reforçar a segurança na fronteira de Brasil e Paraguai e coibir crimes ambientais.

Além de garantir o rápido acesso para as ações de patrulha, a infra-estrutura conta com equipamento de inteligência, para fazer o monitoramento das comunicações na área. Essa infra-estrutura ainda vai ser incrementada com a conclusão da segunda fase do convênio entre a binacional e a PF, que prevê a construção de um píer junto à sede.

Por enquanto, estão sendo utilizadas as instalações da Marinha para abrigar três lanchas doadas pela Itaipu – uma delas é blindada. No valor de R$ 2,5 milhões, elas são utilizadas para percorrer os 170 km de extensão do lago, que tem uma largura média de 15 km.

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