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Energia
Itaipu deve encerrar 2017 com a quarta posição no ranking anual de produção
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07/12/2017
A produção parcial da Itaipu Binacional em 2017, registrada até as 6h16 desta quarta-feira (6), pelo Horário Brasileiro de Verão, chegou à marca de 88,6 milhões de megawatts-hora (MWh) e ultrapassou a do mesmo período em 2008, ano da quarta maior geração histórica anual desde o início da operação da usina, em maio de 1984. Como a previsão é que a geração fique 14% maior nos próximos sete dias, em comparação ao mesmo período de 2008, projetando uma produção em torno de 95 milhões de (MWh) para este ano, a hidrelétrica deve consolidar a quarta maior marca anual até o fim de dezembro.
 
Este ano, a eficiência operacional de Itaipu é de aproximadamente 98%. Esse índice relaciona a energia produzida e a energia que, numa hipótese ideal, poderia ter sido gerada.
 
O ranking deste ano é bastante significativo para a usina, já que 2017 apresentou um cenário hidrológico bastante difícil no País para a produção de hidroeletricidade. Ao longo dos meses, a geração de Itaipu oscilou entre a sexta e a quarta posição, atingida agora.
 
Em agosto, a produção parcial de 2017 aparecia em quinto lugar e chegou a cair para a sexta posição durante três dias de setembro. De lá para cá, a hidrelétrica recuperou posição por posição e a tendência é que se mantenha assim até o fim de dezembro.
 
“Gerar essa enorme quantidade de energia limpa com uma eficiência operacional acima dos 95% é constatar que as equipes brasileira e paraguaia da Itaipu estão trabalhando com um alinhamento afinado e considerável competência”, afirma o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Leone Vianna.
 
E complementa: “Colocar a produção de Itaipu entre os cinco melhores anos do ranking envolve um trabalho complexo, que passa por uma boa gestão das afluências, pelo excelente desempenho da operação e manutenção dos equipamentos da usina, por uma boa disponibilidade dos sistemas de transmissão brasileiro e paraguaio, assim como pelos sinais econômicos de elevação do consumo dos nossos países. E, finalmente, passa pela boa coordenação eletro-hidroenergética entre as empresas envolvidas, como Itaipu, Eletrobras-Furnas, Copel, Operador Nacional do Sistema e a paraguaia Ande”.
 
Até o meio-dia desta quinta-feira (7), a Itaipu já tinha produzido 89,1 milhões de MWh, energia suficiente para atender o Brasil inteiro por dois meses e sete dias; o Estado de São Paulo por oito meses; o Paraná por três anos; Brasília por 13 anos; e Foz do Iguaçu por 160 anos.