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Jornal Vale Paraibano
Reservas ambientais tornam Foz do Iguaçu ainda melhor
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24/04/2008

Tudo bem que a beleza das cataratas do rio Iguaçu e a impressionante Usina Hidrelétrica de Itaipu são de deixar qualquer pessoa boquiaberta. Mas Foz do Iguaçu oferece outros passeios que, digamos, complementam os principais pontos turísticos do município.

 

Uma boa opção é o Parque das Aves, que fica a poucos metros da portaria do Parque Nacional do Iguaçu. Numa área com muita verde e ar puro, animais típicos da região se exibem para os turistas. São espécies como o flamingo, papagaios, belas araras e os vaidosos e dóceis tucanos, que chegam bem perto do turista.

 

Além das aves, também é possível ver alguns répteis, como o jacaré e cobras sucuri. A propósito: uma espécie de sucuri, que não é comum na região, apareceu às margens do rio Paraná após um período de cheia. Capturada por moradores, a cobra se exibe num grande viveiro. Aliás, até nome a sucuri ganhou. Carinhosamente, Lady Mônica.

 

POÇO PRETO - Para fazer a trilha do Poço Preto, que fica dentro do parque, é preciso ter muito preparo físico. São, ao todo, nove quilômetros de caminhada pela mata. O passeio leva, em média, três horas para ser concluído.

 

Depois de muito esforço, a recompensa é subir numa casa suspensa no meio da mata para avistar as garças e os jacarés que habitam um lago artificial. Isso sem falar no retorno: 20 quilômetros, só que de barco pelo rio Iguaçu.

 

PRESERVAÇÃO - Com a construção da usina, toda a fauna e flora da região de Foz do Iguaçu sofreram grandes mudanças. E como forma de preservar os animais e as árvores, Itaipu decidiu construir alguns centros que reproduzem o ambiente natural dos animais.

 

O Refúgio Biológico é um exemplo. Em um passeio de quase três horas de duração é possível ver animais que habitavam a região de Foz do Iguaçu. As estrelas do Refúgio são o casal de onças. Juma e Tonhão, assim conhecidos, ficam se exibindo aos turistas por meio de uma vidraça.

 

O Canal da Piracema também segue a mesma linha de preservação. São dez quilômetros construídos para que o peixe possa subir os degraus para se reproduzir.