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Bom Dia Brasil
Energia na canoagem
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21/09/2007

A canoagem disputa vaga para a Olimpíada de Pequim em um cenário majestoso. É o Campeonato Mundial de Canoagem Slalom, realizado na Usina Hidrelétrica de Itaipu.

Tem briga por vaga nas Olimpíadas em uma das maiores represas do mundo. É o Campeonato Mundial de Canoagem Slalom, realizado na Usina Hidrelétrica de Itaipu.

É a primeira vez que o Brasil sedia uma seletiva olímpica deste porte na canoagem. Cerca de 300 atletas, os melhores do mundo, estão em Foz do Iguaçu. Tão legal quanto a briga pelas seis vagas olímpicas é o visual.

Caminho aberto para os peixes, o Canal da Piracema foi criado para que eles subam o Rio Paraná na época da reprodução, superando a imensa barreira erguida da pelo homem: a Usina Hidrelétrica de Itaipu. O caminho, artificial, que veio para ajudar na natureza, também é um convite à  aventura.

O canal de águas bravas de Foz de Iguaçu, primeiro desse tipo na América Latina, é palco do Mundial de Canoagem Slalom. Nessa modalidade, o canoísta navega entre pedras e balizas a favor e contra a correnteza, em canoas simples ou de dupla, em que o atleta vai de joelhos e usa apenas um remo; ou em um caiaque, sentado e com um remo de duas faces.

Vence quem fizer o percurso em menor tempo e com menos faltas. Cronometragem, árbitros, organização e direção de prova desse Mundial são os mesmo da Olimpíada. Os favoritos a medalhas também. Por isso, para a canoagem slalom, essa competição é uma prévia do que vai ser visto em Pequim no ano que vem.

Os europeus lideram. Os favoritos são alemães, eslovacos e franceses, entre eles Tony Estanguet, bicampeão olímpico. Nossos atletas ainda precisam remar muito para chegar a uma medalha olímpica. Já temos o talento dos melhores do mundo a nosso favor. O francês Alan Jourdan, técnico da seleção brasileira, trouxe experiência adquirida dentro e fora d'água.

Acredito que temos uns seis barcos que podem conseguir. Hoje, a gente tem uma pista artificial. Amanhã, precisamos de uma estrutura ainda mais forte, disse o técnico da seleção brasileira, Alan Jourdan.

A torcida ainda é pequena, mas é só uma questão de tempo e de aprender grito de guerra.