Pesquisa do Centro de Referência, Estudos e Ações Sobre Crianças e Adolescentes (Cecria), com apoio da Organização dos Estados Americanos (OEA), indica que há no Brasil 241 rotas de tráfico para fins sexuais, com a existência de uma conexão dessa prática com o crime organizado e as redes internacionais.
A região da tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, é uma dessas rotas. Neste contexto, a Itaipu aderiu à Rede de Combate à Exploração Sexual Infanto-Juvenil.
A Rede de Combate à Exploração Sexual Infanto-Juvenil promove campanhas de conscientização e capacitação de pessoas trabalhadoras dos setores de turismo, educação e saúde.
A Itaipu passou a fazer parte do programa em 2003.