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Pesquisas e estudos
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Convênios entre a Itaipu, Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), campus de Toledo e o Ministério da Pesca e Aquicultura permitiram a estruturação e manutenção uma estação de pesquisas com 70 tanques-rede no Refúgio Biológico de Santa Helena, um dos únicos locais do país onde são produzidos trabalhos de pesquisa e aprimoramento das técnicas de cultivo com espécies nativas em tanques-rede. Há, ainda, outra estação na área da usina de Itaipu, com 90 tanques-rede, além de um laboratório.

Estas pesquisas possuem uma estreita relação da rotina do aquicultor, gerando conhecimento prático para o aperfeiçoamento das técnicas de cultivo. A Unioeste também é parceira nas ações de monitoramento de ictioplancton, taxa de recrutamento de espécies de peixes e mapeamento das áreas preferenciais para a reprodução e desenvolvimento dos peixes, além de outras ações na área de ictiofauna.

Por meio de convênio com a UEM (Universidade Estadual de Maringá) foi criado um banco de germoplasma que visa principalmente à estocagem de material genético de espécies de peixes nativas. Este banco hoje conta com 630 doses de sêmen congelado, referentes a 9 espécies.

Outras informações importantes para conhecimento do meio aquático vêm do monitoramento da pesca artesanal e esportiva, que resulta em estudos de estoque pesqueiro e monitoramento de aproximadamente 180 espécies no reservatório da Itaipu. 

O Banco do Brasil, em sua linha de programas de inclusão social, contempla em dois municípios o atendimento a aproximadamente 50 pescadores e mais de 50 piscicultores com créditos do programa Desenvolvimento Rural Sustentável. O desenvolvimento desse programa ocorreu em conjunto com a Itaipu, colônias de pescadores, Emater, sindicatos e prefeituras.

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